a vida é mais, Da poesia da vida, Do cotidiano, mãe zen

pequenas notas para mim mesma

nunca deixe a roupa acumular

nem a louça que parece se reproduzier em velocidade absurda

não deixe a bagunça tomar conta do quarto, da sala, da bancada, da mente

diga sim quando realmente quiser, e use o não com mais frequência

envie aquela carta

convide aquela pessoa para um Café

faça aquele telefonema

admita que acha um porre a obrigação de ser feliz o tempo todo

permita-se a felicidade mesmo que fora de hora

seja gentil consigo mesma

pega leve nas cobranças – consigo e com os outros

baixe as expectativas

não duvide de você

respeite o Tempo, tudo passa, isso também passará

respira fundo

beba mais água

e saiba que em alguns (muitos) dias você vai querer mandar tudo e todos às favas

e vai ser ótimo se você realmente mandar mesmo

mas a louça, por favor, não deixe a louça acumular

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a vida é mais, Da poesia da vida, Do cotidiano, mambembe, mundo afora

“less is more”


eu sempre achei muito chique aquelas pessoas cujas vidas cabem numa mala e numa caixa de papelão. já reparou nelas em filmes? aquelas que dizem: vou-me embora! e ao abrirem o guarda-roupa, todos os pertences cabem na única mala da Casa? seriam elas hoje as chamadas minimalistas? ou tais pessoas só existem na ficção mesmo? 

não sei dizer, mas sei que as do primeiro grupo rendem reportagens de revista e livros de auto-ajuda. já eu, particularmente, nunca fui nem minimalista e nem imitei a ficção. porque a bem da verdade, nem uma mala para passar um fim de semana na cidade ao lado eu sei arrumar. 

 mas durante esta minha vida mambembe, eu tive que aprender na raça, a minimizar. e toda vez que me mudo, e foram muitas mudanças na última década, eu juro – sempre no calor da hora-  que não comprarei uma agulha sequer.  o que acaba nunca acontecendo, porque minha memória sempre apaga o caos de toda mudança. faz desaparecer os momentos de desespero onde me pergunto do porquê ter comprado isso ou aquilo, faz virar fumaça tudo que acabo tendo que reciclar.

 e apesar do aprendizado, ainda estou longe de ser uma…. minimalista.

apesar de toda reciclagem e renovada que uma mudança de casa e de vida exige, eu percebi que tenho muitas coisas, sobretudo louças e livros. coisas que possuem valor emocional para mim. e que me custam desapegar.

hoje eu conto com poucos pares de sapato, ainda não tenho o guarda-roupa mais funcional e prático do mundo, mas conto nos dedos quantas peças de roupa comprei para mim neste ano que passou. e só as comprei pois a barriga a crescer exigiu.

 bijuterias não as compro mais. há tempos fiz uma seleção minuciosa dos meus balangandãs, o que foi ótimo. restaram apenas os que ganhei e/ou peças de valor sentimental. deixei-os todos  à vista, e no último ano os usei muito mais.

já fui de exibir uma coleção de cosméticos e maquiagem. percebi que não precisava e, veja só – não queria- de tudo aquilo. e confesso ter sido uma grande libertação para mim apresentar a minha cara lavada por aí.

e porque estou a dizer tudo isto? porque me deparei com uma reportagem sobre minimalismo/minimalistas, e embora concorde com a necessidade de consumirmos conscientemente, me incomoda a ideia de que armários, gavetas e prateleiras quase vazios tragam paz de espírito e felicidade.

na outra ponta, também não acho que acumular objetos tenha o mesmo efeito.

veja, é que estão a dizer que viver com duas t-shirts e uma xícara de café é o suprassumo da liberdade. e caso você tenha mais que isso, talvez você precise reconsiderar essa sua vida tão abarrotada de coisas, mas tão vazia de sentido.

talvez, junto com menos acumuladores, o mundo precise de menos gente dizendo pra você e pra mim o que é liberdade e o que é paz de espírito. pois essas reportagens cheias de frases feitas e estáticas alarmantes não me convencem. 

ademais, excluindo-se os exageros e trazendo à Luz o bom senso, o que seria pouco? Ou muito? Ou suficiente? Como disse Virginia Otten “ninguém se contenta com o pouco. só se esse pouco for muito”.  

pois é.

minha paz de espírito está mas minhas prateleiras tão cheias de livros. livros que me acompanham desde nossa primeira casa, que nos viram fazer nossa história. está no meu guarda-louça abarratodo, cujas louças sussurram causos de família e tantos outros mais.

a vida não precisa ser cheia, atravancada, acumulada. mas minimizá-la drasticamente seria reduzir muito de mim mesma. e não estou disposta a isto hoje.

em tempos onde se prega o despojamento de quase todas as coisas, menos da obrigação de ser grato e feliz e simples (mesmo que seja ai comer um prato de abacate com pão a cinquenta dinheiros), escolher acumular memórias é quase uma ousadia.

eu ouso acumular memórias, inclusive as físicas. como também ouso acumular algumas frustrações, uma ou outra tristeza, alguns xingamentos à vida quando achar que devo, ouso alguns luxos…nem com as palavras eu consigo ser minimalista, imagina na vida!

vou continuar achando chique quem com uma só mala vai pro mundo. assim como vou continuar deixando que minhas memórias e minhas conquistas ocupem o espaço que precisam, e que merecem.

pouco ou muito podem ser igualmente bom ou ruim. talvez o problema seja achar que o pouco ou o muito definam quem e o que se é. enquanto isso eu, definitivamente, vou tendo a certeza de que uma vida com uma mala só não é pra mim. 

 

 

 

 

Alemanha, Da poesia da vida, Heidelberg, Tomás, uk, verão, Violeta

assim caminhamos nós

e por esta ilha fria e úmida os dias já cheiram outono. as folhas das árvores começam a mudar suas cores, o vento sopra mais gelado, e os dias cada vez mais curtos estão a nos dizer que mais um verão se passou.

o nosso verão foi muito bem aproveitado. nossos dias de sol e calor os tivemos na alemanha. revimos amigos, refizemos passeios, comemos e bebemos o que sentíamos vontade, consultamos nosso pediatra, tivemos a companhia da minha sogra, comemoramos conquistas e 14 anos de casados.

 abrimos champagne, não dormimos mais do que três horas contínuas, chorei de cansaço, sorri de amores, tomamos muito sorvete, nos abraçamos. foi um bom verão.

Violeta caminha para os seus cinco meses, Tomás caminha para o início de mais um ano letivo. caminhamos à procura de um novo lar. caminho eu para a minha primeira habilitação. aos 37 anos. sem nunca ter dirigido antes. nunca é tarde, disseram. nunca é. 

caminhamos entre noites de sono melhores e piores. mas sempre na fé de que virá a ser melhor. embora saiba que a melhora independe da fé, pois um dia Violeta há de dormir noites inteiras, fato. mas como disseram, a fé não costuma falhar. nem a fé e nem o café de todas as manhãs que me ajuda a segurar o rojão.

gostaria de passar mais por aqui, escrever mais. contudo, nos meus intervalos de amamentação, troca de fraldas, e tudo mais, eu tenho que ser também a mãe do Tomás, a dona de casa, a cozinheira…  não reclamo, só me ressinto de um dia ter apenas 24 horas. embora talvez, dias mais longos não tornariam minhas noites menos curtas.

é uma fase, eu sei. tudo passa, disseram. e eu não duvido. 

do nosso verão
Do cotidiano, mãe zen, mundo afora, parto, uk, Violeta

um breve relato do que foi e do que tem sido

Violeta já tem nove semanas,e parece que foi ontem mesmo que a segurei em meus braços pela primeira vez. 

e parece que foi ontem mesmo, depois de cinco horas de parto ativo, sendo duas de expulsivo e uma cesárea de emergência,  que eu finalmente conhecia a minha menina.

nunca pensei que faria parte das estatísticas das cesarianas que salvam vidas, ainda mais após um primeiro parto vaginal, onde fisiologicamente foi tudo perfeito. ninguém esperava. nem eu, nem João, nem as midwives, nem os médicos. mas fizemos parte.

e tê-la em meus braços depois de toda minha Via Crucis foi a maior e melhor sensação de alívio da minha vida. 

tem sido uma delícia amamentar novamente. ela não é tão gulosa como era seu irmão, mas ainda assim mama bastante, a minha pulguinha.

aliás, tem sido uma delícia ter um bebê de novo em casa.

Tomás está apaixonado pela irmã e tem se saído muito bem como irmão mais velho. tivemos alguns dias de choro, uma sensibilidade maior, mas tudo foi se ajustando e ele agora não tem sentido mais as mudanças na sua rotinininha. 

eu estou ótima físicamente, jamais esperava me recuperar tão rápido como me recuperei. emocionalmente então, nem se fala.  eu que experimentei uma depressão pós-parto da primeira vez, sei hoje o que é estar bem depois da chegada de um filho.

e eu não tenho tido tempo de passar por aqui por motivos bastante óbvios: quando Violeta dorme eu tenho que escolher entre lavar a louça ou a roupa, ou tentar arrumar a casa, ou comer ou tomar banho, ou ir ao banheiro… e quando me dou conta, já é hora de buscar o Tom na escola.

por falar em escola, vem “ni mim” férias de verão! é só o que penso.

e é isso, por ora, o que tenho para dizer. Vivi dorme há meia hora, e antes que ela acorde para mamar, vou lá lavar uma louça.

mas volto pra relatar com detalhes o nascimento da Vivi. Alguém ainda se interessa por relato de parto?🤔

beijos nossos e até o próximo post.

Da poesia da vida, gravidez, parto, segundinho, uk, Violeta

nasceu!

nossa primavera ficou mais cheirosa, mais bonita e mais florida desde a semana passada com a chegada da nosssa flor.

depois de 40 semanas + 6 dias, depois de achar que ficaria grávida para sempre, depois de luas e mais luas…

Violeta nasceu às 18:58 h de uma quinta-feira, véspera de feriado, muito saudável, fofinha e cabeluda. e linda linda linda !

seja bem-vinda minha flor! Violeta nosso amor💜💜💜


volto com detalhes assim que possível.

Do cotidiano, palavras soltas ao vento, segundinho, uk

sobre um montão de coisinhas

pois é, o tempo passou mesmo. é que o tempo costuma passar, não tem jeito. mas a verdade é que cheguei à trigésima sétima semana de gravidez e daqui pra frente nossa bebê pode nascer a qualquer momento.

eu confesso que senti muito medo no início dessa gravidez. um medo insano de perder essa bebê. não sei se porquê o pré-natal aqui começou só na décima semana, não sei se pelo fato do primeiro ultra som ter sido feito com 13 semanas, só sei que queria que chegasse rápido na semana 16 para afastar todo risco de perda (perceba que não era nem na décima segunda semana, eu encasquetei nas 16).

olhando agora, parece bobagem, mas eu fiquei bem esquisita no começo. mais uma coisa que vai pra conta dos hormônios enlouquecidos. sei também, que depois de passado o medo da perda, o segundo trimestre foi um bololô só. eu não curti a barriga como da primeira vez, eu tinha (e tenho) tantas coisas para me fazer e me concentrar, além de ter um filho pra cuidar.

e assim o tempo passou. e até aqui eu não tinha parado pra pensar no óbvio: como vai ser a vida com dois filhos? não sei se vale muito a pena ficar torrando a cabeça com essa questão, porque afinal, terei dois filhos e  todos sobreviveremos. mas mesmo que eu apele para o racional (o que é difícil, uma vez que estou com os sentimentos à flor da pele), quando paro para pensar nos desdobramentos da nossa nova configuração familiar, fico tão sentimental.

como será que o tomás vai reagir? como será que vai se sentir? como eu vou me sentir? como eu vou reagir perante às demandas do meu primogênito com um bebê cujas demandas são tão urgentes? conto, claro, com o fato de ter um filho de seis anos com o qual posso dialogar e que já entende muita coisa.

também foi assim da primeira vez. eu não imaginava como seria a vida depois da chegada do tomás, e tudo se encaixou. de um jeito ou de outro. no seu tempo. do jeito que tinha que ser. não tem porquê duvidar que  será diferente dessa vez, não é mesmo? (pergunta retórica, eu tento me convencer o tempo todo sobre isso).

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sobre o parto agora. como cheguei na 34. semana sem nenhuma complicação, bebê virou, placenta subiu, pressão ok… pude ser direcionada para o birth centre. minhas consultas  agora são feitas lá até o dia da bebê nascer.

sexta-feira passada foi minha primeira consulta, e eu simplesmente fiquei muito em paz como minha decisão de ter escolhido o birth centre para trazê-la ao mundo. o lugar é muito acolhedor, calmo,tranquilo, e em nada lembra um hospital, embora seja dentro do hospital. sobre as midwives, então, uns amores!

agora se eu quiser uma epidural, eu terei que ser transferida para o hospital. porém, além do gás (entonox), no birth centre eu posso receber uma injeção se pethidine (não sei como chamam no brasil). obviamente, se assim eu quiser.

sabe, depois do meu primeiro parto, onde não recebi nenhuma anestesia, eu posso dizer que não descarto os métodos acima para alivio das dores.

eu sempre disse para o joão que se u parisse de novo, eu queria um parto civilizado hahaha!  digo isso porque no meu primeiro parto eu virei um bicho que parecia enjaulado, porque gritei, porque virei uma fera, porque perdi meu eixo, porque me perdi, porque não conseguia mais ser consciente, porque eu era puro instinto.

bom, parir é isso mesmo. é instintivo, é visceral, é entrar em contato com o feminino mais ancestral, arquetípico. parto é também sexualidade. é sombra, é encarar os maiores medos.  é, muitas vezes, trazer à tona aquelas coisas bem escondidinhas no inconsciente.

teve um texto que viralizou por conta disso e que eu transcrevo abaixo:

Sabe aquela imagem dá mulher parindo serena na banheira, esquece aquilo miga! Parir é primitivo, é irracional. É preciso perder uns tufos de cabelo, gritar, gemer, tirar a roupa, agachar, ficar de quatro, uivar, ficar com raiva de todo mundo, sentir medo e explodir em alegria. Entrar numa caverna tão profunda que você nem sabia que existia. Parir serena, sem cheiro, sem excreções, bela, recatada e do lar, é só no imaginário das pessoas. Pq miga, alguém vai atravessar você, vai passar por voce, vai abrir você, vai te jogar teu mundo no chão e reconstruir outro, não tem como ser fácil, não tem como não dar medo, mas ainda sim tem como ser prazeroso. Tira as rédeas das mãos dos outros e coloque na sua e grite o quanto quiser, pq o poder, ahhhhhh vc vai experimentar que realmente você pode tudo. autoria thaiane guerra caetano.

eu super concordo com a thaiane. mas, às vezes, o mergulho é tão fundo que a subida para superfície é mais dolorosa que a própria descida. e by the way, essa sensação de poder tudo, de me sentir a própria she-ra, a fodona, eu não tive depois que meu filho nasceu. eu fiquei anestesiada. exaurida. calada. eu queria virar caramujo.

 

claro que quero ser protagonista do meu parto. mas eu também quero ser uma protagonista mais consciente dessa vez, e não joguete dos meu próprios instintos.

esse assunto dá pano pra manga, e muita gente não vai entender ou vai entender aquilo que quer das minhas palavras.

certamente voltarei para falar do parto, uma vez que ele é um evento que demora tempo para ser digerido. e quem sabe também, dessa vez, eu acabe por me perder e adore a experiência. afinal, parto é um evento único, e cada filho traz consigo o que filho e mãe precisam.

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puxa, ainda preciso cortar o cabelo, fazer a sobrancelha, passar algumas roupas dela, arrumar nossas malas da maternidade, abastecer o freezer…

e ainda queria ir, antes dela nascer, aos meus cafés favoritos, terminar de ler os três livros que concomitantemente estou a ler. queria ir para londres mais uma vez, queria ver aquela exposição que há tempos estou para ver.

mas estou a limpar cada canto da casa, a jogar fora muitas coisas, a organizar o que parece já estar organizado.

que coisa esse tal de nesting!

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a bebê continua sem nome, e sabe o que é mais difícil? lidar com a ansiedade dos outros. estamos tranquilos quanto à isso. temos até seis semanas para registrá-la. obviamente, não gostaria de ficar seis semanas sem nomeá-la, mas acho que quando ela nascer vamos olhar para ela, e ela vai nos cantar seu nome.

as pessoas do nosso convívio direto são super ok, não ficam perguntando toda hora.

mas tem gente que só por deus. é por direct no instagram, é por mensagem no facebook, é por email… olha, minha vontade é perguntar se a pessoa quer saber o nome para me enviar um presente com o nome dela gravado.

meus parabéns às mães que resolvem não saber o sexo do bebê. deve ser um porre aguentar a ansiedade alheia, nesses casos.

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bora fazer um bolão? quando você acha que a bebê chega?

37 semanas (por favor, espera mais pouquinho!)

38 semanas (ok, mas seria melhor esperar a vovó chegar)

39 semanas ( super ok)

40 semanas ou mais ( ansiedade já atingiu níveis estratosféricos)

façam suas apostas e sobretudo, torçam por uma boa hora.

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um resumo de como eu me sinto por ora

4JUDqGG6Z0mBOL6ptOkh7F5ef6KrfyYr_lg

fim

 

 

 

 

 

 

 

 

amamentação, dica quente, gravidez, mamalicious, naturebices, parto, parto humanizado, segundinho, uk

meus favoritos

tem três coisas que eu usei na gravidez passada, e dessa vez não poderia ser diferente. porque coisa boa a gente agarra um amor e não deixa de lado por nada. na verdade, eu só tenho óleos para eles. perdoem-me o trocadilho infame, e vamos ao que interessa.

o primeiro deles, eu uso desde o começo da gestação, e na minha opinião é simplesmente ma-ra-vi-lho-so!

é o óleo da weleda para prevenção de estrias. eu não tenho palavras para dizer o quanto amo esse óleo. o cheiro é suave,  absorve super rápido na pele, super efetivo e além do mais, ele é feito com ingredientes naturais. nada de parabenos e outras porcarias mais.

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até tentei fazer uso de outro óleo, mas o cheiro me embrulhava o estômago, além de me deixar toda melecada. eca!

como eu disse, eu uso desde o começo da gravidez, e depois do parto também, quando a barriga começa a voltar para o seu tamanho original.

o outro óleo igualmente fantástico, é  também da weleda, e é para massagear o períneo. se você deseja um parto natural, deveria fortemente considerar usá-lo. diferente do óleo para barriga, esse óleo é para ser usado a partir da 34. semana da gravidez.

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as instruções de como massagear o períneo você vai encontrar no folheto explicativo que vem na embalagem.  não precisa ser todo dia, três ou quatro vezes por semana já são suficientes. uma dica: faça de bexiga vazia. outra dica: peça ajuda para seu parceiro/marido/namorado para fazer a massagem. não precisa me agradecer por isso ;-).

a minha recuperação física depois do parto do tomás foi excelente. eu sentava, agachava, ia sem problemas ao banheiro. é claro, que ter uma equipe humanizada foi fundamental, mas o óleo também cumpriu sua função. não apenas recomendo, como usarei novamente.

o último, mas não menos importante,  óleo da minha lista é o óleo que ajuda na amamentação.  atenção agora: ele não vai sozinho resolver os seus problemas. se você estiver tendo problemas para amamentar consulte um profissional de saúde entusiasta da amamentação para orientá-la.

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ele é feito com óleos essenciais naturais (assim como todos os óleos da weleda),  que ajudam a estimular o fluxo de leite. e é para ser usado a partir da 38. semana de gestação.

como o tomás nasceu de 38semanas + 3 dias, quase nem deu tempo de eu usar grávida. mas o alívio que o óleo me trouxe, especialmente no começo, quando o leite parece descer de uma vez e o bebê não dá conta de tomar aquela quantidade de leite, foi e-nor-me!

eu esvaziava meu peito massageando com o óleo e  se não fosse por ele, certamente teria sido infinitamente pior.

o chá da weleda para amamentação também é bárbaro! além de, na minha opinião, ser delicioso. não veja a hora de voltar a tomá-lo!

para mim vale a pena todo investimento (porque sim, weleda não é baratinho) e eu recomendo fortemente esses óleos de ouro.

desnecessário dizer que sou fã número um da linha calêndula para bebê da marca.

e é isso. esse post não é jabá e coisa boa a gente passa pra frente mesmo!

 

 

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30 semanas

cheguei à trigésima semana, e quero deixar aqui registrado o quão chocada eu estou com a rapidez que esta gravidez tem passado. serião!

se a bebê tiver pressa como o irmão, que cutucou a bolsa e resolveu sair com 38 semanas + 3 dias, eu confesso um leve desespero. 8 semanas restantes, na velocidade em que o mundo tem girado, é praticamente depois de amanhã!

exageros (e desesperos) meus à parte, minhas preces são para que ela espere o mês de março dentro do forninho. março será um mês cheio de acontecimentos por aqui, e por isso mesmo, seria otimo se ela esperasse minha mãe chegar do brasil, e mais ainda, esperar o joão voltar de viagem. porque parir sem anestesia eu aceito, mas sem marido já é demais.

até aqui a gravidez tem sido super tranquila. a barriga deu um boom, e tenho tido insônia (o que é um ultraje, visto que depois que a bebê nascer dormir não será uma opção no começo), mas apesar da insônia tenho me sentido disposta.

a lista de preparativos para antes da chegada dela caminhou a passos lentos (devido à uma gripe terrível que derrubou o filho, o pai e a mãe. não ao mesmo tempo, mas necessariamente nesta ordem), e ainda assim estou tranquila, uma vez que colocando tudo na ponta do lápis, não falta muito.

falta pouco para conhecê-la e ao mesmo tempo falta muito. percepções e contradições gravídicas. aliás, até aqui nessa gravidez eu fui assim, uma metamorfose ambulante. altos e baixos estados de espírito, emoções à flor da pele, choros porque esqueci de comprar salada… bem diferente da minha primeira, quando eu fiquei constantemente de bom humor e sereníssima; nada me abalava, tudo estava bom. curioso,  não é?

no mais, estou muito satisfeita com minha midwife,  que é muito calma, experiente e atenciosa. e eu queria muito que o universo conspirace a meu favor,  e ela estivesse de plantão justamente quando eu entrasse em trabalho de parto. já pensou que tudo? isso pra mim seria como zerar no tetris da vida.

ando devagar porque a barriga não permite a pressa, e tenho procurado resolver uma coisa de cada vez. riscando item por item da minha to do list. e não existe sensação mais maravilhosa do que ver uma lista com todos os itens ticados. juro que atualizei minhas definições para paz de espírito depois de resolver minhas listas.

e assim segue a vida. e como não posso controlar quase nada, tudo o que me resta é entregar, aceitar, confiar e agradecer. ela que venha no tempo dela, que as coisas aconteçam no tempo que tiverem que acontecer. como já bem disse o leminski: não discuto com o destino, o que pintar eu assino.

pois é, com o destino não se discute. e acho que tem muita poesia nessa aceitação, viu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

a descoberta do nome, gravidez, mundo afora, segundinho

da difícil (e deliciosa ) arte de escolher o nome da bebê

 

sabe,  quando eu morava em são paulo eu tinha uma faxineira chamada rosália. a rosália um dia me perguntou se eu já sabia o nome do bebê (na época eu estava grávida do tomás). como nós ainda não haviámos decidido o nome dele, eu disse  a ela que não, o bebê ainda estava sem nome.

rosália com toda sua simplicidade me disse que eu precisava escolher um nome bem do jeitinho do seu joão e da dona gabriela. como eu não entendi o que ela quis dizer, ela se explicou dizendo que deveria ser um nome comum, assim como o meu e o do joão, afinal de contas o diferencial do meu bebê já era a sua classe social e o sobrenome que ele carregaria.

o filho dela, por exemplo, se chama kelvin e ninguém mais na escola, ou na rua, ou no bairro tem o mesmo nome do filho dela. porque sabe dona gabriela, joão da silva tem de monte, mas kelvin da silva só tem um.

aquilo me calou fundo.

eu nunca mais me esqueci disso. e ficou claro para mim, que embora todos os pais e mães, em algum momento da gravidez, se ocupem com o tema nome que o bebê receberá, essa “problematização” exagerada, às vezes,  é muito mais uma questão para classe média branca, dentro do modelo família chamado tradicional.

afinal, uma celebridade qualquer escolher um nome diferentão pode ser bacana, mas uma pessoa comum, uma diarista, por exemplo, inovar na escolha, já é coisa de pobre.

juro que antes eu criticava essas pessoas por escolherem grafias pouco usuais, ou combinações de nome nada ortodoxas; afinal, existem várias gabrielas, mas gabrielly, com sorte, só a minha filha. existem outros cléber e outros edson, mas cleberson, só meu filho. e sem juízo de valor aqui, os exemplos são aleatórios, e apenas para explicar meu ponto de vista.

esquecemos que no brasil, infelizmente, ainda existe uma massa analfabeta ou semi-analfabeta*, que provavelmente (isso é uma dedução minha, sem respaldo científico) deve se encantar com a possibilidade de dar ao filho um nome cheio de volteios. eu sei também, que nem todas as pessoas que escolhem grafias duvidosas e/ou nomes nada convencionais, possuem a mesma simplicidade e o mesmo pensamento da rosália. nesses casos eu me pergunto por que um tabelião não orienta a pessoa que vai registrar? será que eles são proibidos de o fazerem? de verdade, eu queria saber. se alguém souber, por favor, me responda.

então, perceba que querendo ou não, nosso nome é nossa assinatura no mundo, e diz muito sobre nossas origens. não só, mas inclusive social.  e não sou só eu que falo isso, não. muitos estudos sobre nomes já foram feitos. por exemplo, na alemanha, alguns nomes já são olhados com preconceito pelos professores, antes mesmo deles virem a conhecer os alunos. o mesmo aqui na inglaterra. não só na escola, como também mais tarde, ao se candidatarem para um emprego.

nome é coisa bem séria. carregar um nome com o qual a pessoa não se identifica ou pior, que a pessoa venha a se envergonhar, deve ser um martírio. nosso nome é como nos apresentamos e como somos conhecidos, não é mesmo?

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mas o post acabou tomando um rumo muito sério, rumo esse que eu não queria que ele tomasse.

traremos agora uma certa leveza. não saia da frente da tela.eu, por exemplo, tenho um nome que muito me agrada e que acho muito bonito, mas que eu jamais colocaria numa filha minha. o nome em questão é pia, e vem do latim piu, um adjetivo que que dizer piedoso. mas eu tenho certeza que você não pensou em piedade quando leu pia; certamente você pensou em pia como substantivo ou ainda, como flexão do verbo piar.

são nessas horas que a gente para e pensa. a grafia não é nada extraordinária, o significado é bonito (na minha opinião), mas… por razões óbvias acima citadas, é um nome que traria problemas.

eu tentei dar um sambarilove no nome e cheguei a sugerir pina, que é outro nome que me encanta, mas o joão vetou. pô joão, e a pina bausch?

e tem também um nome que eu li pela primeira vez, eu deveria ter uns doze anos. minha mãe sempre assinou aquela revista arquitetura e construção, e eu sempre adorei ler as revistas da minha mãe. naquela edição, de tantos anos atrás, tinha uma reportagem de uma família que reformou um sobrado numa vila em são paulo. a reforma ficou espetacular, até hoje me lembro da cor da casa, da árvore plantada na frente, do jardim…

mas no fim da reportagem, aparecia o casal com os filhos, um menino e uma menina. e o nome daquela menina, fez meu coração sobressaltar. o nome dela era violeta.

embora meu marido seja neutro em relação a violeta, ele não é muito entusiasta. não tanto quanto eu. e confesso que me dá uma dorzinha no peito abrir mão do nome. mas nessas coisas não tem como forçar. ou é o nome da nossa bebê, ou não é. e eu, infelizmente, devo admitir que não parece ser. aguardo esperançosa por uma reviravolta.

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tem também os nomes vetados, que nem puderam ser mencionados mais uma vez, que tiveram vida muito curta. a saber:

1. joana (joão achou brega ter uma filha joana, sendo ele mesmo joão, humpf),

2. olivia (não sei o porquê desse desgoto com o nome),

3. cora (segundo ele, fora de cogitação. segundo eu mesma, descabidamente).

ah, e tem os nomes que para o maridão além de terem vida curta, entraram na categoria non sense de gabriela. são eles:

  • rosa. gente, qual o problema com rosa? muita gente, inclusive meu marido, diz que rosa é nome de velha. oi? e aurora por acaso não era até trêsantonte? e o que dizer de eva ou joaquim? todo mundo dizia ser nome de gente velha e estão aí, com tudo. e são lindos!
  • florence. eu sabia que ele jamais aceitaria, mas propus mesmo assim. e gosto mesmo. e tenho dito!
  • stella. fala pra mim desde quando stella é non sense? homens…
  • lilly. sem palavras…

emma e lucy também foram excluídos, por serem, segundo ele, muito ingleses.

veja, existe uma dificuldade real, afinal de contas, procuramos um nome que tenha uma grafia simples, e que funcione tanto em português quanto em inglês.

tá fácil, não.

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deixa eu contar um historinha aqui pra você.

eu sempre tive cadernos onde eu escrevia minhas coisas. não eram diários, eu escrevia sempre que queria, às vezes, mais de uma vez no dia, às vezes ficava um tempo sem escrever.  eu copiava poesias, escrevia as minhas próprias, falava sobre um filme que tinha visto,  uma viagem, um passeio que havia feito, me queixava, me alegrava… enfim, sempre fui de tomar notas sobre minha vida.

os anos se passaram, estava eu já grávida do tomás, bem na reta final,bem barriguda. já havíamos descobrido que o nome dele era mesmo tomás, e então, num belo dia, meus pais foram nos visitar.

minha mãe trazia consigo uma sacolinha cheia desses meu caderninhos da minha infância/adolescência. disse que  havia trazido por não saber o que fazer com eles. se eu quisesse que os guardasse na minha casa, se não, que os jogasse. deixei-os de lado, e passamos o fim de semana conversando, passeando, comendo e descansando. mal sabia eu que seria o último fim de semana sem bebê.

lá pelo meio da semana, eu resolvi dar uma olhada naqueles cadernos antes de jogá-los. e me diverti muito ao reler tanta coisa de tantos anos passados. mas um dos cadernos me deixou perplexa.

era do ano de 1994. eu tinha quatorze anos (entreguei lindamente minha idade agora). e no meio de tantas páginas, em uma delas, eu escrevi assim:

9 de junho de 1994

querido diário, hoje é meu aniversário. hoje eu faço quatorze anos, mas eu queria ser bem mais velha. eu queria viajar o mundo. eu queria ter um namorado.

não faz mal. um dia, diário, eu vou viajar o mundo inteiro. e vou morar na inglaterra.

o meu namorado vai ser muito inteligente e vai querer viajar comigo. eu vou me casar com ele, e nós vamos ter dois filhos. um vai ser menino, e vai ter uma menina também. o nome do menino vai ser tomás e da menina vai ser …..

e a carta continuava.

quando eu li aquilo, eu corri mostrar para o joão. nós rimos muito, mas não pudemos deixar de nos impressionar com o fato do nome do tomás ter sido escolhido aos meus quatorze anos de idade. e juro, juradinho, que não me lembrava disso.  imagina, durante a gravidez o tomás foi miguel, foi lucas, foi tiago, foi téo, foi max…

bom, mas e o nome da menina? pois é, como a gente se lembrava de antemão dessa carta, e portanto, já sabíamos da existência do nome, eu fiquei bastante relutante em colocá-lo na rodada de nomes.

mas, por mais incrível que pareça, é o nome mais forte e mais cotado. não vou dizê-lo agora, porque sou muito influenciável. e por mais que seja o mais forte, ainda não é o definitivo.

ainda falta muito pra conhecer o mundo inteiro, mas muita coisa da minha profecia aos quatorze anos se concretizou. afinal, me casei com meu primeiro namorado, e quando eu disse que ele seria inteligente, eu não imaginva que seria desse tanto que ele é. nem tampouco imaginava que ele não só iria querer viajar comigo, como iria me arrastar para todo canto com ele. na época  em que reli o que havia escrito, a inglaterra não fazia parte nem dos nossos planos mais remotos, e pá…cá estamos. e temos um tomás. e teremos uma menina. ou seja…

agora, se esse vier a ser mesmo o nome dela, eu já posso mudar os rumos da minha vida e me tornar a próxima mãe diná, né nom!

tô até vendo a plaquinha que eu vou por na minha tenda: mãe gabriela. traz amor. traz viagens e descobre o nome do seus filhos. e aí, se anima?

*segundo dados de 2015 do ibope a porcentagem de analfabetos no brasil é de 8,7%. os números chegam a 27% se incluirmos os analfabetos funcionais, aqueles que reconhecem letras e números, mas não conseguem ler e escrever propriamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ano novo

adeus ano velho, feliz ano novo

eu sei, pode parecer bobagem, afinal já estamos na metade (para mais) de janeiro, o que também pode parecer um pouco tarde para os votos de um feliz 2017. mas considerando que ainda estamos no primeiro mês do ano, acho válido desejar feliz ano novo assim mesmo!

o que foi o ano de 2016, minha gente? bom, falando no coletivo, pensando no mundo, na minha opinião, foi um ano de chorar. do brasil só chegaram notícias tristes. eu tenho a impressão de que existe um plano consciente de desmonte e destruição do país, e nós estamos assistindo sem acreditar e sem ter o que fazer, parece. por aqui teve o brexit, e teve o trump na nação mais poderosa do mundo, e tem a síria… olha, dureza.

mas sendo um pouco egoísta agora e falando apenas do meu umbiguinho, 2016 foi um ano belezinha! meu ano carrasco foi 2015, 2016 foi gentil e suave. e claro, a cereja do bolo foi a gravidez. mas não foi só a gravidez não. terminamos o ano com tomás felizão e adaptado na escola. e não só na escola, tomás está felizão e adaptado na nova vida. pessoalmente eu também terminei o ano satisfeita comigo mesma, consegui cumprir muitas metas, inclusive a de consumir menos e viver uma vida mais simples e mais consciente. além de 2016 ter me trazido pessoas incríveis. se foi só alegria? claro que não. mas foi um ano bem especial.

o engraçado é que pra mim,  aqui no hemisfério norte, eu sinto que o ano muda no calendário, mas particularmente, o ano novo só chega mesmo no fim de março, começo de abril. minha teoria pessoal para tal sensação se deve em muito, pelo fato dos piores meses de inverno (para moi), serem justamente janeiro e fevereiro. em dezembro temos todo aquele clima natalino, temos as luzes e os cheiros e as cores da festividades, e por cá temos também o aniversário do tom. o que torna dezembro um mês bem especial para mim.

é quando eu desmonto nossa árvore e guardo toda nossa decoração de natal, que parece cair  sobre mim de uma  só  vez a realidade nua e crua de que  ainda terei longos, molhados, gelados e escuros dias pela frente. mas nada como boas xícaras de chá, e banhos de banheira, e caminhadas na natureza, e comidas reconfortantes para trazer uma alegria interna e uma energia extra.

e para tornar mais forte essa sensação de que meu ano novo só começa no fim de março, teremos a chegada da bebê em abril! por falar em bebê e espantar essa deprê invernosa, ela está ótima! tem crescido e mexido, e tem sido ansiosamente aguardada por todos nós.

aqui dentro ela vai bem, e eu sinto que estou atrasada no quesito enxoval. sinto não, tenho certeza de que estou. comparativamente, com 28 semanas de tomás já estava tudo comprado. acho que com o segundo filho a gente vai mais devagar, né.

olha, ela não será nenhum rato pelado que nasce no meio do mato, afinal ela já conta com muita coisa, e ainda falta um tempo pra ela chegar. tempo esse que será devidamente aproveitado para os preparativos finais. mas, verdade seja dita, os preparativos finais não são tão finais assim.  falta coisa. pra caramba.

joão viajará menos nesse ano, e eu agradeço. a dinâmica familiar com a chegada da bebê vai mudar, e por mais que seja previsível isso, é somente com ela aqui fora que poderemos avaliar o tamanho do impacto.

e assim caminhamos.

a 2016 eu agradeço pelo tudo que me trouxe, a 2017 eu agradeço pelo tudo que trará. e desejo que esse ano que já começou seja mais bondoso, mais fraterno e mais pacífico.

torçamos para que assim seja!