dormir pra quê?

Sono, esse desconhecido

 Quando eu estava grávida, não tinha uma só pessoa que não dissesse: Gabi, você e o João são tão zen, certeza que esse bebê vai ser muito tranquilo!

Então que o tempo passou, e o bebê, no caso o Tomás, nasceu, e advinhem: ele não é zen! A verdade é que tivemos um filho ligado na tomada, e minha gente, isso não está sendo fácil (lembram da Kátia cega?) para um casal urso como nós!

Nós encerramos uma fase tenebrosa de não dormir nem de dia, e muito muito mal de noite (horror, horror, horror),e inauguramos,  há vinte dias, a fase de dormir mal. Quando dormimos quatro horas seguidas é luxo absoluto! Acreditem, é neurotizante.

Mas quando se está na merdósia e desatola um pouquinho, consegue-se ver o lado positivo da situação: graças à deus, que é pai num é padrasto, é só colocá-lo no berço depois de mamar de madrugada, e ele dorme. É verdade que ele não demora muito para acordar, mas eu não perco meu pique de sono. Porque, ó vida, ó céus, ó azar, nas madrugadas mais punks, depois de fazê-lo dormir  com muito custo, eu perdia o sono. Eu, podre de cansaço, ainda tinha o capricho de perder o sono.

Vai passar, eu sei. Mais do que saber, eu tenho FÉ que vai passar. Eu só espero, de coração, que não seja  só quando ele tiver dez anos de idade. Enquanto isso, vou aproveitando minhas quatro horinhas de sono, porque depois que eu virei mãe, qualquer tempo só pra mim, inclusive dormindo, é coisa rara.

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