Alemanha, antes de ser mãe eu não sabia que..., baião do tomás, com açúcar com afeto, Da poesia da vida, Do cotidiano, poeminha desavergonhado, Tomás

No tempo dele

Eu não sabia, mas há muito eu esperava por ele. E no tempo dele, ele chegou.

E no tempo dele, ele nasceu. Nem um dia a mais, nem um dia a menos. Apenas no tempo dele.

No tempo dele ainda, aprendeu a andar, aprendeu a falar, aprendeu a pensar. E nesse espaço de tempo – nem curto, nem longo – apenas dele, aprendeu muito mais do que posso imaginar.

Todos os dias, no tempo dele, ele aprende uma coisa a mais.

No tempo dele, aprendeu cores, formas e palavras. Conheceu canções, rimas e histórias.

No tempo dele, abriu-se para o de fora.

No tempo dele, decidiu apartar-se das fraldas.

No tempo dele, escolheu a própria cama.

No tempo dele, dorme noite adentro. Coisa essa impossível até então.

No tempo dele, e só dele, desabrocha feito flor em botão.

O tempo dele é tão bonito que até parece conto de fadas.

Mas que tempo é esse? pergunta a senhora

O tempo dele é só o agora.

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5 comentários em “No tempo dele”

  1. Oi Celi! Também estou com saudades!
    Por aqui tudo bem! Cada vez mais estamos progredindo em relação ao Tom (escola, língua, pessoas).
    Precisamos nos falar, sim! Vamos marcar dia e hora no Skype, só assim pra sair esse papo!
    Ah! Cansei do Face.
    Beijos

    Curtir

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